FRULHOS!


Señales. Raíces de un paradigma indiciario
Maio 16, 2008, 9:53 pm
Arquivado em: Señales. Raíces de un paradigma indiciario | Tags:

Estou lendo “Sinais. Raízes de um paradigma indiciário” para um seminário no fim do mês e devo concordar com o Subcomandante Marcos:

“Ahora leo que este tal Carlo Ginzburg rastrea, por síntomas, en el pscicoanálisis, la literatura policiaca y la estética de finales del siglo XIX, las coincidencias de un nuevo paradigma: el indiciario. A mí todo eso me da sueño. Qué pasaría por ejemplo, si las orejas, los dedos, o las uñas (que tanto aterrabam a los teóricos de la estética de finales del XIX, Morelli dixit) no corresponden a nadie, es decir, pueden ser de cualquiera?”

SONO!!


1 Comentário até o momento
Deixe um comentário

É necessário dizer que o subcomandante marcos, este cujo maior êxito, é esconder a cara no intuito de se preservar daqueles que o quererem debaixo da terra com uma lapide escrita: “Aqui jaz um homem que sonhou ser zorro, eterno cavaleiro que nunca morre” Digo isto interpretando sua audácia em preservar um nome independente daquele que use sua surrada mascara, sabendo que na realidade seu medo é a morte. Visto que não compreende a mente fabulosa de um gênio como Carlo Ginzburg e seu paradigma indiciário e o valor da compreensão de um passado que a cada raiar de um novo estudo se mostra tão importante a compreensão do passado para si situar no presente, digo que ele precisa tirar a mascara e mostrar que os ideais revolucionários não necessitam de uma mascara surrada para que tenha seu valor insurgente.

Comentário por edielson




Deixe um comentário
Linhas e parágrafos quebram automaticamente, endereços de email não serão mostrados, HTML permitido: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <pre> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>